23 Jul

A Faculdade Maurício de Nassau, Unidade João Pessoa, oferece agora nas férias Cursos Gratuito nas diversas áreas e Cursos. Estes são para os alunos Nassau e para toda a Comunidade Universitária ou não. Para as inscrições é preciso apenas que compareçam à recepção das Coordenações com 1kg de alimentos para doação.

Aproveitem! Não percam esta oportunidade!

Nome do Curso/Atividade Período de Realeção Carga – Horária
GERONTOCINESIOTERAPIA 30/07/2014 à 31/07/2014 8H
TREINAMENTO ESPORTIVO 22/07/2014 à 24/07/2014 12H
HUMANIZAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA 28/07/2014 à 29/07/2014 8H
DANÇA DE SALÃO 22/07/2014 à 24/07/2014 12H
Cuidados de Enfermagem no preparo e administração de medicamentos 28/07/2014 à 29/07/2014 20H
Atendimento em situações de urgência e emergência 30/07/2014 à 31/07/2014 20H
CURSO DE EXTENSÃO NOVAS MÍDIAS E CONVERGÊNCIA 23/07/2014 à 25/07/2014 9H
CURSO DE EXTENSÃO NARRATIVAS AUDIOVISUAIS 21/07/2014 à 23/07/2014 12H
CURSO DE EXTENSÃO TEXTO DE TV 30/07/2014 à 31/07/2014 8H
CURSO DE EXTENSÃO JORNALISMO CIDADÃO: A INFORMAÇÃO NO TERCEIRO SETOR 21/07/2014 à 25/07/2014 15H
CURSO DE EXTENSÃO DE REPORTAGEM DE TV 28/07/2014 à 29/07/2014 8H
INTRODUÇÃO A TEORIA PSICANALÍTICA 29/07/2014 à 30/07/2014 8H
INTRODUÇÃO A INTERVENÇÕES PSICOSSOCIAIS 30/07/2014 à 31/07/2014 8H
INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS 28/07/2014 à 30/07/2014 12H
MATEMATICA BASICA 23/07/2014 à 25/07/2014 4H
INTRODUÇÃO AO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE 28/07/2014 à 31/07/2014 15H
ESTUDOS LOGÍSTICOS  REGIONAIS 21/07/2014 à 31/07/2014 15H
GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS COMO FATOR COMPETIVIVO 21/07/2014 à 25/07/2014 15H
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NO 29/07/2014 à 31/07/2014 6H
Pesquisa Operacional e Aplicações em Logística 21/07/2014 à 31/07/2014 27H
PREVISÃO DE DEMANDA: MÉTODOS E TÉCNICAS 23/07/2014 à 31/07/2014 12H
Primeiros Socorros 23/07/2014 à 31/07/2014 18H
SEGURANÇA NO TARABLHO PARA PANIFICADORAS 28/07/2014 à 30/07/2014 9H

escrito por lavoisiana.lacerda

23 Jul

escrito por Ariana Bezerra

21 Jul

Complementariedade entre Nutrição Parenteral e Nutrição enteral: Por que, Como e Quando?

Na prática clínica são utilizadas a existência da desnutrição, do risco de seu desenvolvimento e fórmulas orientadas a partir do peso do paciente para indicar a necessidade e a quantidade da terapia nutricional (TN) a ser oferecida ao paciente, o mais precocemente possível e, preferencialmente, pela via enteral.

Dessa maneira, analisando o impacto do estado nutricional na evolução clínica da população hospitalar em geral, fica evidente que pacientes previamente desnutridos ou que desnutrem ao longo da permanência hospitalar têm piores resultados. Porém em pacientes graves, as ferramentas tradicionais utilizadas para obter o reconhecimento, quantificação e acompanhamento da desnutrição, bem como as fórmulas disponíveis para estimativas das necessidades nutricionais têm baixa precisão

A estimativa da correta quantidade de energia e proteína ao paciente grave tem sido motivo de controvérsias. Alguns trabalhos observacionais demonstram impacto negativo do déficit calórico cumulativo nos resultados clínicos no tratamento desses pacientes. Por outro lado, em pacientes graves sob ventilação mecânica, a oferta de dois terços das necessidades calóricas parece associar-se a melhor resultado que a oferta do total calculado (3-5).

Assim, tendo como hipótese a ideia de que o estado nutricional prévio a doença grave seria determinante do impacto da quantidade de energia e proteína oferecida aos pacientes, um grupo canadense observou uma coorte com mais de 2.800 pacientes graves (ventilação mecânica nas primeiras 48 horas de internação e permanência mínima de 3 dias) em mais de 150 centros de 37 países por um período de até 60 dias, sendo acompanhados dados clínicos, antropometria e parâmetros da TN. Foi encontrada uma redução absoluta da mortalidade em 60 dias em 24% a cada acréscimo de 1.000 kcal na oferta diária de energia, sendo esse fenômeno mais evidente nos extremos de índice de massa corpórea (IMC): abaixo de 20 e acima de 40 Kg/m2 (3).

Em termos de via de administração, a oferta enteral de nutrientes é mais fisiológica e considerada mais segura que a oferta parenteral, entretanto, sua eficiência em atingir as metas proteico calóricas é menor. Ao medir o consumo energético de pacientes graves através da calorimetria indireta e compara-lo com a efetiva oferta enteral de calorias, observa-se que somente após 5 a 7 dias o equilíbrio é obtido, gerando um “déficit calórico” que pode chegar a milhares de calorias. Quando o déficit acumulado na primeira semana chega próximo a 10 mil kcal complicações infecciosas ocorrem em maior frequência (5).

A TN mista, enteral e parenteral, aparece como recurso terapêutico para evitar o déficit calórico e suas complicações, porém, trás o risco de hiperalimentação, que promove disfunção hepática, infecções e aumento do tempo de ventilação mecânica. Parte das complicações secundárias à hiperalimentação são atribuídas a hiperglicemia, geralmente associada a oferta parenteral de nutrientes, que promoveria um estado inflamatório adicional, aumentando o catabolismo proteico e mascarando o benefício do aumento da oferta calórica (6).

Como o estabelecimento do déficit calórico ocorre com maior intensidade nos primeiros dias de internação, quando as dificuldades em estabelecer a adequada oferta pela via enteral são maiores a suplementação pela via parenteral deveria ser instituída precocemente, de maneira semelhante às recomendações para o suporte nutricional enteral, porém o tempo de início recomendado para o suporte parenteral não é consenso entre as principais sociedades médicas (1, 2).

Em 2011, um estudo belga com mais de 4.500 pacientes internados em unidade de terapia intensiva (UTI) com risco nutricional identificado (NRS ≥ 3) comparou as estratégias de administrar precocemente (em até 72 horas) a oferta calórica prevista, complementando a oferta enteral com parenteral, com a complementação tardia da nutrição parenteral (após uma semana). O grupo controle (suplementação tardia) evoluiu com menos complicações (novas infecções), menor permanência na UTI e hospitalar (1 e 2 dias, respectivamente) e menor utilização de suporte à disfunção orgânica (ventilação mecânica e terapia renal substitutiva). Não foi observada diferença na mortalidade após 90 dias entre os grupos (7). Esse trabalho recebeu várias críticas ao seu desenho, mas é possível compreender que o uso da oferta calórica precoce associando nutrição enteral e parenteral pode não trazer benefícios ao paciente.

Ainda em 2011, um grupo israelense estudou o impacto da oferta calórica guiada por calorimetria (28 kcal/kg/dia) em 130 pacientes internados na UTI por mais de 72 horas sob ventilação mecânica quando comparada com a oferta de 25 kcal/kg/dia (8). O resultado demonstrou uma tendência (p=0,0058) na redução da mortalidade hospitalar e um aumento nos tempos de ventilação mecânica e internação na UTI no grupo que recebeu mais calorias orientadas pela calorimetria. Apesar dos resultados não empolgarem, a oferta calórica guiada por calorimetria aumentou a oferta calórica no grupo tratado sem elevar significativamente a glicemia média (127 vs. 119 mg%) quando comparada ao grupo controle, sugerindo que a prevenção do desenvolvimento do déficit calórico poderia ser feita com baixo risco de complicações metabólicas quando monitorizada por calorimetria.

No final de 2012, um trabalho suíço com 300 pacientes em UTI geral utilizou como critério de inclusão a falha da progressão do suporte nutricional enteral em atingir 60% das necessidades calóricas estimadas (25 a 30 kcal/kg peso ideal/dia), em 3 dias, e comparou o impacto da progressão gradual da oferta enteral com a suplementação parenteral a partir desse momento na evolução clínica dos pacientes. O grupo suplementado a partir do 4o dia evoluiu com menos complicações infecciosas de todos os tipos entre o 9o e 28o dias. Mortalidade, permanência na UTI e hospitalar e tempo de ventilação mecânica, além de necessidade de terapia renal substitutiva não foram diferentes entre os grupos. Quando observada as complicações relacionadas a oferta parenteral de calorias, não foram encontradas diferenças na glicemia, necessidade de insulina, distúrbios hidro-eletrolíticos e alteração da função hepática entre os grupos (9).

A comparação entre os estudos israelense (8) e suíço (9) permite-nos algumas considerações. O IMC dos pacientes incluídos no trabalho suíço estavam mais próximos da faixa em que poderia haver benefício do aumento da oferta calórica (25 vs. 28 Kg/m2). Além disso, a diferença entre a oferta protéica entre os grupos (1,5 vs. 0,8 e 0,95 vs. 0,67) poderiam explicar as diferenças observadas na morbidade, infecções, tempo de ventilação mecânica e permanência na UTI e hospitalar.

A procura por subgrupos de pacientes beneficiados pela suplementação parenteral precoce, aqueles que desenvolviam doenças onde a desnutrição determinava a evolução clínica, como o câncer gastrintestinal (10) e doença de Chron (11), os resultados com a suplementação precoce foram favoráveis. Porém, nas situações clínicas em que havia um potencial benefício do controle do déficit calórico, devido ao catabolismo associado, como trauma de crânio, essa suplementação precoce não trouxe benefícios aos pacientes (12).

Existem informações suficientes para acreditar que a prática da complementariedade da NE por NP é segura, quando são tomados os cuidados em evitar a hiperalimentação e hiperglicemia. A possibilidade de monitorização com calorimetria indireta aumenta a possibilidade de acerto. Também se pode afirmar que o déficit calórico pode ser reduzido e até evitado com esta prática. O que ainda não se pode incentivar é seu uso indiscriminado. Além disso, é preciso definir qual componente seria mais importante para o resultado: oferta calórica, protéica ou ambas?

A utilização da complementariedade poderia ser utilizada, com parcimônia, nos pacientes com evidência de benefício: extremos de IMC e em tratamento para doenças graves do tubo digestório com desnutrição associada. Porém, para outras situações, novos estudos deverão ser realizados para demonstrarem benefícios.

André Luiz Baptiston Nunes
Prof. Titular da Disciplina de Semiologia da Faculdade de Medicina São Camilo, Especialista em Clínica Médica, Terapia Intensiva e Nutrição Parenteral e Enteral

escrito por Karla Josnaina

21 Jul

O curso de Nutrição da Faculdade Maurício de Nassau – Unidade Maceió, PARABENIZA a aluna do 7º período ROSE CARLA MORAES AMORIM VIEIRA aprovada em 1º lugar no Estágio de Nutrição Clínica da Santa Casa de Misericórdia de Maceió.

PARABÉNS ROSE CARLA. Sua aprovação é o resultado de muito esforço, empregado em sua busca pela realização de um sonho. Após esta, muitas outras virão, as quais temos certeza que serão igualmente realizados e comemorados com o mesmo entusiasmo. Que seu exemplo possa ser seguido por muitos outros dos nossos alunos.

escrito por Ariana Bezerra

15 Jul

Segue novo edital do processo seletivo docentes Campina Grande.

NOVO EDITAL PARA SELEÇÃO DE DOCENTE CG – 2014.2

escrito por Viviane Oliveira

14 Jul

QUERIDOS ALUNOS!

NOS DIAS 15 E 16 DE AGOSTO DE 2014, NO HOSPITAL PORTUGUÊS, ACONTECERÁ O II SIMPÓSIO DE NUTRIÇÃO E OBESIDADE: OBESIDADE, MAIS FÁCIL PREVENIR OU REMEDIAR?

PARTICIPEM!!

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: WWW.NTCO.COM.BR

escrito por Luciana Almeida

11 Jul

NOVA ENZIMA ESPECÍFICA PARA GLÚTEN PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DE PACIENTES COM DOENÇA CELÍACA

De acordo com estudo fase 2 publicado na Gastroenterology, a revista oficial da Associação Americana de Gastroenterologia, nova enzima específica para glúten (ALV003) pode ajudar pacientes com doença celíaca, por reduzir sua exposição ao glúten e seu dano potencial. O interesse no desenvolvimento do estudo partiu da observação de que, apesar da adesão a dietas sem glúten, muitos pacientes permanecem sintomáticos e ainda apresentam pequena inflamação intestinal. Seu objetivo foi avaliar o efeito da administração oral de ALV003, uma mistura recombinante de 2 proteases específicas para glúten, na proteção de lesão da mucosa intestinal induzida por glúten em pacientes com doença celíaca.

Previamente ao estudo, os autores estabeleceram uma dose diária de 2 g de glúten (equivalente a cerca de metade de uma fatia de pão) para ser utilizada como fator “desafio” durante 6 semanas de intervenção. Durante o desenvolvimento do estudo, pacientes adultos com doença celíaca confirmada por biópsia foram aleatoriamente distribuídos para receber ALV003 (n = 20) ou placebo (n = 21), em conjunto com o desafio diário com glúten. Biópsias duodenais foram coletadas no início do estudo e após o período de intervenção. A razão da altura de vilosidade para profundidade da cripta intestinais e densidade de linfócitos intra-epiteliais foram avaliados como desfechos primários. Também foi analisada a ocorrência de sintomas clínicos durante o desafio com glúten, classificados em quatro categorias (não apresenta sintomas, sintomas leves, moderados ou graves) por meio de entrevista com o paciente. Quatro instrumentos foram utilizados para avaliar os sintomas (GSRS) e também qualidade de vida (VAS, CDQ, e Short Form-36 versão 2).

Dezesseis pacientes que receberam ALV003 e dezoito que receberam placebo foram elegíveis para avaliação da eficácia. As biópsias de indivíduos do grupo placebo apresentaram evidências de lesão da mucosa após o desafio de glúten, mas nenhuma deterioração significativa da mucosa foi observada em biopsias de indivíduos do grupo ALV003. Entre os grupos, alterações morfológicas e de contagem de linfócitos intra-epiteliais diferiu significativamente do início até a sexta semana de intervenção. O tratamento pareceu ser bem tolerado. Os sintomas gastrintestinais, como náuseas e dor abdominal, foram maiores no grupo placebo em comparação com aqueles que receberam ALV003, mas essas diferenças não foram estatisticamente significativas entre os grupos.

“Apesar de ser um estudo que não enfatiza intervenção nutricional, essas observações são bem-vindas ao nosso meio, ao considerarmos que a abstenção total de glúten é, na melhor das hipóteses, um desafio. Além disso, o potencial de ALV003 como aliado adjuvante no tratamento nutricional da doença celíaca é promissor, já que a exposição contínua a níveis baixos de glúten pode ocorrer mesmo sob a prescrição de dieta sem glúten e levar o paciente a apresentar sintomas persistentes e inflamação intestinal crônica”, explicam os pesquisadores.

“ALV003 glutenase parece atenuar pequenas lesões da mucosa intestinal de pacientes com doença celíaca, induzidas pelo glúten, no contexto de uma dieta diária isenta de glúten, contendo até 2 g de glúten ao dia”, assim concluem os autores.

Referência(s):Lähdeaho ML, Kaukinen K, Laurila K, Vuotikka P, Koivurova OP, Kärjä-Lahdensuu T, et al. Glutenase ALV003 Attenuates Gluten-Induced Mucosal Injury in Patients With Celiac Disease. Gastroenterology. 2014;146(7):1649-58

escrito por Karla Josnaina

09 Jul

Queridos alunos!

Atenção aos Cursos Corporativos que acontecerão na Faculdade Maurício de Nassau/ Unidade Patamares:

Comunicação Interna Endormarketing

1ª turma – 30 e 31 de julho

2ª turma- 9 de agosto

Carga horária: 16h

Matutino e noturno

Valor: R$140,00

Biologia Molecular

1ª turma 15 e 16 de julho

2ª turma – 2 de agosto

Carga horária: 8h

Matutino, vespertino e noturno

Valor: R$80,00

Auditoria em sistemas de saúde

Turma – 21, 22, 26, 28 e 29 de julho

Carga horária 30h

Matutino, vespertino e noturno

Valor: R$300,00

APROVEITEM! PARTICIPEM! INSCREVAM-SE

escrito por Luciana Almeida

  • Recife | Graças
  • Fortaleza
  • Belém
  • Caruaru
  • Recife | Boa Viagem
  • Recife | Dantas Barreto
  • Piauí | Teresina (Aliança)
  • Piauí | Teresina (FAP)
  • Piauí | Parnaíba (FAP)
  • João Pessoa
  • Campina Grande
  • Salvador | Patamares
  • Salvador | Mercês
  • Salvador | Pituba
  • Lauro de Freitas
  • Lauro de Freitas
  • Natal
  • Maceió | Ponta Verde
  • Maceió | Mangabeiras
  • Maceió | Farol
  • Aracaju
  • São Luis
  • Manaus
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